Por unanimidade, os ministros concluíram que a Justiça Eleitoral é a instância “competente para apurar desvio de finalidade de atos praticados por agentes públicos, inclusive de Chefes de Estados”, quando há indícios de uso do cargo para obter vantagens.
TSE marca para segunda-feira depoimento de Carlos França sobre reunião em que Bolsonaro atacou urnas sem provas | Política

