Inglaterra, Gales e outrs seleções não utilização adereço em apoio à comunidade LGBTQIAP+. Jogadores da Europa pretendem usar a faixa de capitão com a frase ‘one love’
Reprodução TV Globo
Sete seleções europeias fizeram uma declaração conjunta anunciando que não utilizarão a braçadeira “ONE LOVE”, usada para demonstrar apoio à comunidade LGBTQIAP+.
“Você não quer que o capitão comece a partida com um cartão amarelo. É por isso que é com o coração pesado que nós, como grupo de trabalho da Uefa… e como equipe, decidimos abandonar nosso plano”, diz o comunicado.
A FIFA avisou às seleções que capitães que utilizarem a braçadeira na partida serão penalizado esportivamente (com cartão amarelo) antes mesmo da partida começar, além de uma multa financeira.
Atacante inglês Harry Kane durante jogo contra a Itália utilizando a braçadeira “OneLove”
Antonio Calanni/AP
“Estávamos preparados para pagar multas que normalmente se aplicariam a violações dos regulamentos do kit e tínhamos um forte compromisso de usar a braçadeira (…) No entanto, não podemos colocar nossos jogadores na situação em que possam receber um cartão amarelo ou até mesmo serem forçados a deixar o campo de jogo.”
São parte dessa decisão as seleções da Inglaterra, Gales, Bélgica, Holanda, Suíça, Alemanha e Dinamarca.
De acordo com as regras da FIFA, o equipamento da equipe não deve conter slogans, declarações ou imagens políticas, religiosas ou pessoais e, durante as competições finais da FIFA, o capitão de cada equipe “deve usar a braçadeira de capitão fornecida pela FIFA”.
Direitos LGBTQIAP+ no Catar
A ministra do interior da Alemanha, Nancy Faeser, levanta a bandeira do arco-íris pela primeira vez no Ministério do Interior da Alemanha em Berlim
Markus Schreiber/AP
A atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo é proibida pelo Código Penal de 2004, que criminaliza atos de “sodomia” e “relações sexuais” entre pessoas do mesmo sexo. Estas disposições acarretam uma pena máxima de sete anos de prisão.
Tanto homens quanto mulheres são criminalizados sob esta lei.
A Human Rights Watch documentou seis casos de espancamento grave e repetido e cinco casos de assédio sexual sob custódia policial entre 2019 e 2022 no país.
Por esses e outros fatores, as principais seleções européias tinham entrado em consenso para utilizar a braçadeira como uma forma de demonstrar apoio às pessoas desses gêneros.
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