Noruega é o maior produtor de petróleo da Europa Ocidental. Ativistas não conseguiram encostar na obra. Foto tirada em 3 de agosto de 2022 mostra um visitante tirando fotos da pintura icônica de Edvard Munch “O Grito” no Museu Nacional de Oslo, Noruega
Heiko Junge / NTB / AFP
Ativistas ambientais tentaram nesta sexta-feira (11) em Oslo, sem sucesso, colocar as mãos em “O Grito”, a emblemática obra-prima do pintor norueguês Edvard Munch, para denunciar a indústria petroleira na Noruega – anunciou a polícia.
Guardas do Museu Nacional de Oslo intervieram, e a pintura, protegida por um vidro, não foi danificada, disse a polícia.
“Eu grito quando as pessoas morrem!”, bradou uma das duas pessoas detidas durante a ação, segundo a imprensa local.
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“Grito quando os políticos ignoram a ciência”, disse a outra pessoa também detida.
O incidente, ocorrido por volta das 7h30, no horário de Brasília, é o mais recente de uma longa série de ações similares de ativistas a favor do clima em vários grandes museus do mundo, para denunciar a falta de atenção, segundo eles, à causa climática.
“Estamos no Museu Nacional depois de um telefonema dos guardas. Chegaram a neutralizar três pessoas, duas das quais tentaram se colar ao quadro”, relatou a polícia de Oslo.
A ministra norueguesa da Cultura, Anette Trettebergstuen, classificou a ação como “inaceitável”.
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