Cientistas da mesma universidade desenvolveram um sistema – também baseado em IA – para rastrear sensores minúsculos que monitoram doenças do intestino, sem a necessidade de exames invasivos. O paciente ingere uma cápsula, onde está o sensor, e depois coloca uma veste que cria um campo magnético capaz de interagir com esse dispositivo. A inteligência artificial analisa os sinais recebidos pela pílula e monitora, por exemplo, a concentração de amônia, um marcador associado a úlceras e câncer gástrico.
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