A manifestante de Pequim conta que havia um policial “bom” e um “malvado” na delegacia. O policial simpático “reduziu” seu tempo de presença em protesto, enquanto o outro, “mais durão”, se recusou a fechar a janela durante o interrogatório, apesar do ar gelado do inverno de Pequim. “Ele queria que eu dissesse que os estrangeiros nos incitaram a manifestar. Também me perguntaram se recebi dinheiro do exterior, o que obviamente não é o caso”. E para poder ser liberada, Mianhua teve de assinar uma carta na qual se comprometia a não participar de “reuniões ilegais”.